I'VE GOT TO FIND MY BABY!

Um Tiro Que Saiu Pela Culatra: Frankie And Johnny

FRANKIE AND JOHNNY (EUA, 1966)

Título brasileiro: Entre a Loura e a Ruiva
Gravação:
Abril - junho de 1965
Lançamento:
31 de março de 1966
Duração:
87min
Produtora:
United Artists
Orçamento:
US$ 4,5 milhões
Arrecadação:
US$ 2,7 milhões
Elenco principal:
Elvis Presley
Donna Douglas
Sue Ane Langdon
Nancy Kovack
Harry Morgan
Anthony Eisley
Trilha sonora:
"Frankie and Johnny" (single)
[b/w "Please Don't Stop Loving Me"]
(1 de março de 1966)
"Frankie And Johnny" (LP)
(2 de abril de 1966)
"Frankie And Johnny" (LP)
(Relançamento - dezembro de 1976)
"Frankie and Johnny" (CD)
(FTD - Novembro de 2003)





Frankie and Johnny é o vigésimo filme de Elvis. Nele, Johnny e sua namorada Frankie são atrações musicais de um cassino flutuante no rio Mississippi que encontram a fortuna - e problemas - quando um agente os leva para a Broadway.

Depois das grandes decepções com "Feriado no Harém" (1965), a MGM passou o contrato de Elvis para sua subdivisão, a United Artists. A produtora, por sua vez, queria tentar reavivar o nome do cantor no cinema com uma história mais centrada e mais dramática do que o que a platéia estava acostumada a ver nos 3 ou 4 filmes anteriores.




Porém, os problemas eram muitos: os roteiristas eram os mesmos, os produtores tinham a mesma ideia de "renovação", o estúdio queria "diversão barata, rápida e comercial" e, claro, Coronel Parker queria somente lucrar para pagar suas jogatinas. Logo ficou claro para Elvis que essa seria uma produção padrão com "mais do mesmo", uma perda de tempo e de seu talento.

A United Artists até tentou fazer uma grande produção em termos de nomes. A idéia era trazer Ann-Margret para contracenar novamente com Elvis, uma vez que a atriz ainda tinha obrigações contratuais para mais um filme com a produtora, mas Margret declinou da oferta para fazer "A Última Diligência".



Elvis começou a filmar, com muito desgosto, em 11 de abril de 1965. Para sua parceira como atriz principal, a United chamou Donna Douglas, que era a "queridinha da América" naquele momento por sua participação na série "A Família Buscapé" (1963 - 1971). Como coadjuvantes, Sue Ane Langdon e Nancy Kovack fechavam o trio de beldades da produção.



O filme foi um dos de menor sucesso na carreira cinematográfica de Elvis, não conseguindo recuperar seu orçamento e deixando uma dívida de aproximadamente US$ 2 milhões. Como estabelecido em seu contrato, Elvis recebeu um cachê de US$ 700 mil mais 50% dos lucros - cerca de US$ 1,3 milhão.



TRILHA SONORA

Para ajudar a atmosfera do filme, várias canções consagradas do século XX, como "When the Saints Go Marching In" e "Down By the Riverside", foram usadas na trilha sonora. O tema principal da produção foi lançado em um single que continha "Please Don't Stop Loving Me" no lado B em 1 de março de 1966.

Doze canções foram gravadas para a produção entre 12 e 19 de maio de 1965 no Radio Recorders, em Hollywood. Todas foram usadas no filme e no LP lançado em 2 de abril de 1966 (embora esta data seja contestada). O álbum ficou na 20ª posição nas paradas em seu lançamento. O álbum foi relançado em novembro de 1976 com nova capa e omitindo 3 faixas.










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ESTRELAS COADJUVANTES


DONNA DOUGLAS

Nascida Doris Smith em 1933, Donna casou-se aos 16 anos e se dedicou primeiramente à carreira de modelo, sendo eleita Miss New Orleans em 1957. Após se mudar para Nova York, Hal Wallis, produtor de diversos filmes de Elvis, foi o primeiro a convidá-la para ser coadjuvante no filme "Calvário da Glória" (1959). Sua carreira despontou, no entanto, na televisão a partir de 1960, fazendo aparições em séries famosas da época como "Rota 66" (1960-1964) e seu papel mais icônico, Elly May Clampett na mundialmente famosa série "A Família Buscapé" (1962-1971). De fato, "Entre a Loura e a Ruiva" foi filmado durante as férias do elenco em 1965. O filme pouco ajudou em sua carreira cinematográfica, a qual não ia muito bem por que os produtores e diretores só queriam escalá-la para papéis parecidos com sua personagem caipira.

Em 1982, Douglas resolveu se dedicar ao Gospel, lançando quatro álbuns, e desde então cantou e discursou em igrejas. Em 1993 ela moveu ação contra a Disney, alegando que o filme "Mudança de Hábito" plagiava um livro escrito em parceria com um amigo. Em 2011, outra ação polêmica envolveu a TV CBS, portadora dos direitos sobre "A Família Buscapé", e a Mattel, famosa fabricante de brinquedos, em razão do lançamento da Barbie versão Elly May, a qual Douglas afirmou nunca ter dado permissão para o uso de sua imagem ou personagem. Donna Douglas morreu em 1º de janeiro de 2015 aos 82 anos.



SUE ANE LANGDON

Nascida em Paterson, New Jersey, em 1936, Sue Ane era filha da soprano Grace Lookhoff e cresceu no meio musical. Sua estréia na TV se deu em 1955, quando interpretou a esposa do personagem de Jackie Gleason em "The Honeymooners" (1955-1956). Aos 25 anos de idade, teve sua primeira chance no cinema em "O Grande Impostor" (1961), com Tony Curtis.

A atriz fez participações em diversas séries como "The Andy Griffith Show", "Gunsmoke", "Perry Mason", "Bonanza" e "Happy Days". Esses trabalhos que demonstravam seus talentos lhe renderam papéis principais no cinema em "Ginetes Intrépidos" (1965), "Maridos em Férias" (1967), e outros, além de "Sublime Loucura" (1966), que lhe rendeu um ensaio na Playboy. Com Elvis, a atriz contracenou em "Carrossel de Emoções" (1964) e "Entre a Loura e a Ruiva".

Sue Ane casou-se com o diretor Jack Emrek em 1959 e permaneceu com ele até sua morte em 2010. Ela aposentou-se em 1991 para cuidar da saúde e da família e atualmente, aos 81 anos, vive em seu rancho em San Fernando ValleyCalifórnia.


NANCY KOVACK

Nascida em Michigan em 1935, Kovack se interessou em atuar quando foi para Nova York e tornou-se uma das assistentes de Jackie Gleason. Ela apareceu em várias séries de TV, incluindo "Jornada Nas Estrelas", "A Feiticeira", "Jeannie É Um Gênio", "Batman" e "Os Invasores".

Com o perfil em ascensão, Kovack começou a ganhar papéis em filmes de Hollywood, mais notavelmente em "Jasão e os Argonautas" (1963), "Diário de Um Louco" (1963), com Vincent Price, "Os Fora-da-Lei" (1965), com Os Três Patetas, "Sylvia" (1965) e "Entre a Loura e a Ruiva".

Na Broadway, ela apareceu em The Disenchanted. Seu último papel no cinema foi em "Sem Rumo no Espaço" (1969), um drama de ficção científica. No mesmo ano, casou-se com o maestro Zubin Mehta, então diretor musical da Filarmônica de Los Angeles, e mais tarde diretor musical da Filarmônica de Nova York. Hoje, Nancy Mehta, de 82 anos, dedica-se somente a seguir os passos de seu marido em diversos locais do mundo onde é contratado como regente de orquestras famosas como a de MuniqueValência Israel - atualmente sob sua regência.


HARRY MORGAN

Nascido Harry Bratsberg em 10 de abril de 1915 na cidade de Detroit, Michigan, ele se interessou pela atuação em 1935 e dois anos depois já fazia parte do elenco residente do Group Theater de Nova York. Seu debut no cinema se deu com "Defensores da Bandeira" (1942) e seu grande sucesso começou com a cinebiografia de Glenn Miller, "The Glenn Miller Story" (1954).

No mesmo período Morgan esteve em diversos outros filmes dirigidos por Anthony Mann e produções dramáticas como "O Solar de Dragonwyck" (1946), "O Vento Será Tua Herança" (1960) e "A Conquista do Oeste" (1962). De fato, "Frankie and Johnny" foi um de seus pontos mais baixo na carreira. O retorno ao topo da fama se deu em 1967 como o detetive Bill Gannon, seu papel mais conhecido, na série "Dragnet" (1967 - 1970).

Nos anos 1970 e 1980 sua participação em "M.A.S.H." (1972 - 1983) é muito lembrada por seus personagens icônicos. De 1986 em diante, Morgan teve inúmeros projetos em cinema, TV e teatro, incluindo a direção de alguns filmes, o que tinha feito por curiosidade em 1955 para um episódio da série "The Alfred Hitchcock Hour" (1955-1965) e tentado novamente com episódios de "M.A.S.H.". Filmes para a TV e participações recorrentes na série "Uma Família de Outro Mundo" (1996 - 2001) povoaram os últimos anos de sua carreira. O ator morreu enquanto dormia em 7 de dezembro de 2011, aos 96 anos.


ANTHONY EISLEY

Nascido Frederick Glendinning Eisley em 19 de janeiro de 1925 na Philadelphia, interessou-se pela atuação logo após terminar seu serviço obrigatório na Marinha. Seu debut no cinema se deu em 1952 com "Meu Amigo, o Leão" e a TV já o escalaria para papéis médios em séries no ano seguinte. O sucesso nacional de Frederick se deu a partir de 1958, sob contrato com a Warner Bros., que não via seu nome real como tendo potencial para um ator de ponta e o mudou para Anthony.

Embora tenha aparecido mais em filmes de alto orçamento, Anthony sempre declarou gostar de produções pobres e histórias de terror, como em "A Mulher Vespa", que gravou sob direção de Roger Corman em 1959, e "Entre a Loura e a Morena" com Elvis. De 1959 a 1963 Eisley foi o protagonista da série "Hawaiian Eye", onde vivia um detetive havaiano bastante apreciado por Elvis.

Nos anos 1960 e 1970 o ator foi convidado especial em séries como "Dragnet", "The F.B.I.", "Perry Mason", "The Wild Wild West", "The Dick Van Dyke Show" e "The Mary Tyler Moore Show". Seu papel mais memorável é a personagem Griff, vivido pelo ator no filme de 1964 "O Beijo Amargo". O final dos anos 1970 e a década de 1980 viram Anthony em filmes de terror de baixo orçamento como "The Doll Squad" (1974), "O Monstro" (1980) e "Alien - O Terror do Espaço" (1988). O ator se aposentou em 1991 e faleceu de infarto fulminante em 29 de janeiro de 2003, aos 78 anos.

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The Lost Album: O Disco Que Nunca Existiu (RCA, 1991)

Título:
The Lost Album (AKA "For the Asking")
Selo:
RCA Victor
Formato:
CD
Número de faixas:
15
Duração:
32:00
Tipo de álbum:
Trilha sonora
Vinculado a:
Discografia oficial; Discografia extra, 1991
Ano:
1991
Gravação:
26, 27 e 28 de maio de 1963 / 12 de janeiro de 1964
Lançamento:
1991
Singles:
---


Em 1963 Elvis estava com sua carreira cinematográfica consolidada e as vendas de seus LPs, EPs e singles ainda estavam em alta. Trilhas sonoras haviam se tornado o foco da atenção nas sessões de gravação, deixando de lado trabalhos para LPs independentes em função das vendas exorbitantes das canções ouvidas nos filmes. Sem perceber, ao se utilizar dessa "mina de ouro", o Coronel e a RCA estavam escrevendo o capítulo inicial do que viria a ser uma queda brusca nas vendas e popularidade de Elvis dentro de dois anos.

O Rei do Rock, por sua vez, tinha grandes contribuições e ideias para gravar, mas sempre encontrando obstáculo nas negações de Parker e da RCA. Depois de muito brigar, Elvis conseguiu uma trégua e foi autorizado pelo Coronel a conduzir sessões para um novo álbum a ser lançado ainda naquele ano, o qual traria músicas de seu gosto ou que estivessem em evidência na época. Era um descanso das famigeradas canções melosas e sem sentido para os filmes e um grande avanço no poder de Elvis sobre sua carreira, embora por tempo limitado.

Com isso, Elvis foi até o RCA Studio B em Nashville, onde havia produzido diversas das pérolas do início de sua carreira. O time de músicos da casa era excelente, a oportunidade era excelente e as músicas eram, embora não todas, ótimas. Começando na noite do dia 26 de maio de 1963, o cantor fez duas sessões que produziram 14 músicas, mostrando que ele ainda tinha ritmo para produzir em massa e dentro dos padrões esperados pelos fãs. Destas sessões, Elvis tinha uma predileção e trabalhou com verdadeiro entusiasmo em "(You're the) Devil In Disguise", "Memphis Tennessee", de Chuck Berry, e "Ask Me", do italiano Domenico Modugno.

Foi na madrugada do dia 28 que as coisas mudaram de rumo. Depois do estrondoso sucesso do LP de "Fun In Acapulco", o Coronel estava convencido de que trilhas sonoras vendiam e venderiam infinitamente mais do que músicas avulsas e ordenou o abandono imediato do projeto. Foi um baque que mudaria a visão de Elvis sobre suas gravações e começaria a trazer sua derrocada musical naquele período. O cantor mostrou entender a situação, mesmo que na verdade estivesse totalmente desgostoso, mas era visível seu descontentamento. As trilhas medíocres gravadas a partir dali também o convenceriam de que o caminho seguido estava errado, mas não havia nada que mudasse a cabeça e a ganância de Parker e dos executivos da RCA.

As gravações daqueles dias foram posteriormente lançadas em singles e em LPs de compilações, mas sem o mesmo apelo que teriam se houvessem sido levadas ao mercado em um trabalho único. A Beatlemania e a Invasão Britânica também tinham um papel grande em tudo isso, uma vez que o público em geral passava a gostar mais daquele estilo de música, com ritmo e sem preocupação com as letras, do que as melodiosas canções quase sem ritmo que os americanos estavam fazendo. As vendas de Elvis começavam a despencar, com exceção de um sucesso aqui ou ali, a exemplo da trilha sonora de "Roustabout" em 1964.

Quando 1965 chegou, a popularidade de Elvis estava tão baixa que já gerava a dúvida sobre quanto mais sua carreira duraria. Os filmes não estavam fazendo sucesso suficiente, especialmente depois que os Beatles lançaram os seus próprios, as trilhas juntavam pó nas prateleiras das lojas e seus poucos singles afundavam nas paradas devido a todos esses fatores. Sem um single número 1 em muito tempo e com seu último LP independente em primeiro lugar nas paradas datando de 1962, Elvis via seu reinado ser cada vez mais ameaçado e só podia imaginar se seria diferente caso o disco gravado em 1963 tivesse sido lançado.

Embora estejam presentes em diversos trabalhos ao longo dos anos, a primeira vez em que todas as canções gravadas em maio de 1963 foram lançadas juntas de maneira oficial se deu somente em 1991 no CD "The Lost Album" (AKA "For the Asking") da RCA. A gravadora também aproveitou para incluir a faixa solo gravada em 12 de janeiro de 1964, "It Hurts Me", durante as sessões de remake para "Ask Me" e "Memphis Tennessee".
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AS SESSÕES

Data: 26, 27 e 28 de maio de 1963; 12 de janeiro de 1964
Estúdio: RCA Studio B
Local: Nashville, Tennessee

Músicos: Elvis Presley
Guitarra: Scotty Moore, Thomas 'Grady' Martin, Harold Bradley, Jerry Kennedy
Baixo: Bob Moore, Henry Strezelki
Bateria: DJ Fontana, Murray 'Buddy' Harman, Kenneth Buttery
Piano: Floyd Cramer
Tamborim: Hoyt Hawkins
Saxofone: Homer 'Boots' Randolph
Vibrafone: Homer 'Boots' Randolph
Maracas: Homer 'Boots' Randolph
Backing Vocals: The Jordanaires, Millie Kirkham

Engenheiro de som / gravação: Steve Sholes, Bill Porter, Chet Atkins, Ron Steele


26 / 27 DE MAIO DE 1963
                                Echoes Of Love PPA4 0290-10
                                Please Don't Drag That String Around PPA4 0291-06
                                (You're The) Devil In Disguise PPA4 0292-06
                                Never Ending PPA4 0293-03
                                What Now, What Next, Where To PPA4 0294-01
                                Witchcraft PPA4 0295-03
                                Finders Keepers, Losers Weepers PPA4 0296-03
                                Love Me Tonight PPA4 0297-08

27 / 28 DE MAIO DE 1963
                                Memphis, Tennessee PPA4 0302-02
                               (It's A) Long Lonely Highway (Single Version) PPA4 0303-01
                               (It's A) Long Lonely Highway (Album Version) PPA4 0303-02
                               Ask Me PPA4 0304-02
                               Western Union PPA4 0305-04
                               Slowly But Surely PPA4 0306-05
                               Blue River SPA4 6768-02
                               Blue River SPA4 7357-SP
                               Ask Me (Alternate Master) PPA4 0304-06

12 DE JANEIRO DE 1964
                                Memphis, Tennessee (Remake) RPA4 1004-06
                                Ask Me (Remake) RPA4 1005-11
                                It Hurts Me RPA4 1006-05
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LOG DAS SESSÕES



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FAIXAS DO CD (RCA, 1991)

THE LOST ALBUM (CD)

1991

1. Long Lonely Highway
2. Western Union
3. Witchcraft
4. Love Me Tonight
5. What Now, What Next, Where To
6. Please Don't Drag That String Around
7. Blue River
8. Never Ending
9. Devil In Disguise
10. Finders Keepers, Losers Weepers
11. Echoes Of Love
12. Slowly But Surely
13. It Hurts Me
14. Memphis, Tennessee
15. Ask Me




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VÍDEOS (FAIXAS DO CD)















LETRA E TRADUÇÃO: Tell Me Why

Título original:
Tell Me Why
Título usado por Elvis:
Tell Me Why
Títulos alternativos:
---
Letra/Composição:
Titus Turner
Cantor original:
Titus Turner
Gravação original:
1956; Wing
Gravação de Elvis: 
12 de janeiro de 1957; RCA
Disco original:
História:
Gravada em 1957, ficou de lado até que a RCA encontrasse um modo de lançá-la. No fim de 1965, sem singles para a trilha sonora de "Harum Scarum", a gravadora decidiu colocar esta úmtima gravação ainda não lançada de 1957 nas lojas como lado B do single "Blue River". Este foi o single com a pior classificação nas paradas até aquele momento - 33º lugar.


LETRA ORIGINAL

Every time I look at someone new
Tell me why I think of you?
Then you sometimes pass me by
You're playing with love
Darling, tell me why?

You left me all alone
To cry over you
My heart is torn and broken
There's nothing left to do

In my prayers, I'll mention you
When you're gone I feel so blue
Why can't I have all of you?
Oh, somebody...
Please tell me why?


LETRA TRADUZIDA

Toda vez que olho para alguém novo
Diga-me, por que penso em você?
Então, você às vezes passa por mim
Você está brincando com amor
Querida, diga-me, por que?

Você me deixou completamente sozinho
Para chorar por você
Meu coração está arrasado e partido
Não há nada mais para fazer

Em minhas orações, eu menciono você
Quando você se vai, me sinto tão triste
Por que não posso ter você toda para mim?
Oh alguém...
Por favor, diga-me por que?


VÍDEO

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