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I'VE GOT TO FIND MY BABY!

Suzanna Leigh: A Máfia Matou Elvis

ATENÇÃO: A matéria a seguir é compartilhada a título de curiosidade. Seu conteúdo não reflete necessariamente a opinião deste site e de seus mantenedores.
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Suzanna Leigh coestrelou "No Paraíso do Havaí" (Paradise, Hawaiina Style) ao lado de Elvis em 1966 e desde então forjou uma profunda amizade com o Rei do Rock até sua morte em 1977. Dizem alguns que eles foram bem mais do que amigos em diversas ocasiões, mas Leigh garante que não foi o caso.

Atualmente, aos 71 anos, Leigh é uma escritora renomada, tendo escrito e lançado sua biografia - Suzanna, Paradise Style - em 2000 e também um livro de autoajuda. Suzanna ainda continua a fazer pontas em diversas produções, mas se dedica mais a seu novo livro - KING: Travels With Elvis" - que foi lançado em 2016 e conta sua história junto a Elvis em detalhes.

Em 2011, no momento em que a atriz anunciava uma parceria para um livro falando da morte de Elvis - The Flip Side of Paradise -, um jornalista compartilhou uma passagem do livro, que ainda não tinha sido lançado, em sua coluna no jornal Daily Mail, onde Leigh lista os motivos pelos quais tem certeza de que seu amigo foi assassinado pela máfia e que não morreu das causas amplamente divulgadas.

É fato que Elvis tinha desafetos e alguns deles certamente poderiam ser de dentro da máfia, no entanto nunca seria imaginável que ele tenha sido assassinado por alguma dessas organizações. Mas Suzanna se diz certa disso e aponta alguns fatores que despertaram sua curiosidade, inclusive envolvendo, sem citar nomes, pessoas que, em público, diziam ter Elvis em sua mais imensa consideração.

Abaixo disponibilizamos a tradução do artigo. Marcações feitas ao longo do texto serão usadas para breves explicações no fim da postagem.
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O filme britânico de 1965 The Pleasure Girls foi o primeiro
trabalho com créditos de Suzanna Leigh no cinema
A estrela dos anos sessenta Suzanna Leigh namorou Richard Harris, Steve McQueen e Michael Caine. Mas é sua amizade com Elvis Presley, com quem ela estrelou o filme de 1966 Paradise, Hawaiian Style, que ainda domina a vida dela. Durante anos, ela tem sido atormentada por dúvidas sobre sua morte. Aqui, ela descreve como suas investigações levaram a uma conclusão chocante. . .

Assim que eu vi fotos do rescaldo da morte de Elvis, os sinos de alarme dispararam na minha cabeça.

Havia a foto de uma mulher*, que era próxima de Elvis, de pé na porta de Graceland no meio da noite, poucas horas depois de sua morte. Ela parecia impecável, a maquiagem perfeita.

O que havia de errado com isso? Bem, se o amor da minha vida tivesse acabado de ser encontrado morto, eu estaria me parecendo com a Bruxa de Endor, com rímel escorrendo pelo meu rosto.

Embora nós tenhamos sido sempre somente amigos, eu era apaixonada por Elvis desde que tinha 11 anos. Os meus sonhos de conhecê-lo se tornaram realidade quando eu estava no elenco de Paradise, Hawaiian Style. Nós nos conectamos imediatamente e nos tornamos verdadeiras almas gêmeas.

Elvis, que era muito religioso, amava as minhas histórias sobre a minha escola no convento inglês. A primeira vez que ele pegou a minha mão foi no set. Nós só nos beijamos duas vezes, mas havia a promessa de muito mais intimidade por vir. Nós continuamos amigos ao longo da minha relação acalorada com Richard Harris, e queríamos fazer outro filme juntos - mas não era para ser.

O Coronel Tom Parker nunca gostou de nossa amizade, principalmente porque eu estava apresentando-o a atores como Richard Harris. Elvis queria ser um ator de verdade, mas o Coronel Parker só olhava para o dinheiro fácil.


O primeiro dos únicos dois filmes estrelados por Leigh
nos Estados Unidos foi Boeing Boeing, com Jerry Lewis
e Tony Curtis, em 1965
Eu estava dormindo em Londres, quando Elvis morreu - tendo retornado à Grã-Bretanha nos anos setenta. Nos anos que se seguiram, continuei minha carreira na Inglaterra. Então, em 2003, eu coloquei a minha ligação com Elvis em uso para ir trabalhar como guia turístico VIP em Graceland.

Foi lá que ouvi pela primeira vez rumores vindos de pessoas do setor administrativo de que Elvis tinha sido assassinado. E quando eu fui para a biblioteca para saber mais, descobri que muitas pessoas respeitáveis ​​acreditavam que sua morte - de aparente insuficiência cardíaca, agravada pelo abuso de drogas - não foi simples.

Um livro apontou o dedo para o médico de Elvis, 'Nick' Nichopoulos, que prescreveu dezenas de pílulas para o seu paciente hipocondríaco, embora seja difícil de acreditar que ele iria matar seu tesoureiro.

A teoria mais interessante foi do jornalista britânico John Parker, que afirmou que havia uma conexão com a máfia.

Depois, há o fato de que o relatório post-mortem não estará disponíveis até 2027**. Por que o Bureau Federal de Investigação bloquearia documentos se não havia nada a esconder?

Logo aprendi que Elvis tinha de fato sido parte de uma das maiores investigações do FBI dos anos setenta, de codinome Fountain Pen***. Aparentemente, ele tinha sido vítima inocente em um caso de fraude da Mafia envolvendo bilhões de dólares.

Dezenas de agentes federais em todo o mundo tinham investigado isso, e Elvis foi levado a depor. O FBI deveria estar protegendo Elvis quando ele morreu.
A dupla em cena de Paradise, Hawaiian Style,
segundo e último filme de Leigh nos Estados Unidos

Apesar disso, a morte de Elvis nunca foi investigada oficialmente.

A primeira pessoa com quem eu falei enquanto tentava entender mais sobre o mistério foi Beecher Smith, que tinha sido advogado de Elvis.

Ele me disse que, como parte da investigação, Elvis e seu pai deveriam supostamente estar frente a um júri federal em 16 de agosto de 1977 - o dia em que Elvis morreu.

Minha próxima escala era George Klein, que tinha ido à escola com Elvis. Ele me disse que, pouco antes de sua morte, Elvis, que estava atormentado por causa de sua carga de trabalho, decidiu tirar um ano de férias e demitiu metade de sua equipe, incluindo o Coronel Parker****.

Quando demitiu o bando, os ânimos estavam tão altos que eles lançaram um livro impudico¹ sobre ele apenas duas semanas antes de morrer. Tudo ficou tão desagradável que Elvis foi forçado a empregar uma equipe de seguranças que eram todos ex-policiais, encabeçados por Dick Grob, um ex-sargento da polícia².

George me disse que Elvis estava falando tão sério sobre deixar o trabalho de lado que tinha alugado uma casa no Havaí e planejado entrar em forma novamente³.

Para saber mais, eu fui ver Grob. Embora chateado em falar de tudo isso, ele confirmou que Vernon, pai de Elvis, sempre acreditou que seu filho foi assassinado.
Elvis e Suzanna se tornaram amigos bem
próximos no set de Paradise, Hawaiian Style

Quando Elvis morreu, Grob lançou sua própria investigação, questionando todos na casa sobre onde eles estavam naquela noite, e registrando todas as chamadas telefônicas.

Ele afirma que os registros mostram que alguém telefonou para um jornal a partir de Graceland à 1h para alertá-los de que haveria uma grande história saindo naquela noite - uma hora antes dos serviços de emergência serem chamados.

Então ele fez uma alegação verdadeiramente extraordinária. "Elvis morreu de uma enorme overdose de codeína", ele me disse. "Não importam as outras coisas que eles dizem que o mataram - é disso que ele realmente morreu".

Eu mal podia acreditar no que estava ouvindo. Eu sabia que Elvis era alérgico a codeína, um analgésico opiáceo. alguém poderia tê-lo enganado para que os ingerisse?

Grob explicou que a loucura na noite em que Elvis morreu acarretou em que nada foi devidamente investigado. "Houve um pandemônio nas ruas, com os fãs desesperados e jornalistas que chegavam de todo o mundo", disse ele. "Havia cerca de 200.000 pessoas do lado de fora do portão."

"Se a polícia tivesse dito que suspeitava que Elvis tinha sido assassinado, teria havido um linchamento. A polícia tentou controlar as coisas, mas muita coisa estava escapando por debaixo da porta. Um monte de coisas desapareceram naquela noite e foram vendidas mais tarde."

"Alguém até lavou o tapete onde Elvis tinha caído. Imagine - limpar antes de a polícia chegar? Só alguém muito próximo a Elvis poderia ter ordenado isso."
Nos anos 1970, Suzanna Leigh retornou à Inglaterra e estrelou
vários filmes da produtora Hammer Films, vivendo desde
vampiresas sedutoras a garotas indefesas na Idade da Pedra

George Klein tinha me dito que muitas suspeitas se concentraram no Coronel Parker. Beecher Smith, coincidentemente, disse que Parker tinha muito a ganhar com a morte de Elvis - e apenas um dia após a morte, ele já havia convencido o pai do cantor a dar a ele 50 por cento dos lucros póstumos do Rei.

As notícias sobre o Coronel Parker não me surpreenderam. Eu nunca tinha gostado dele. No entanto, embora houvesse um monte de incentivos para ele despachar seu protegido, ele não estava lá na noite fatídica.

Então como é que Elvis morreu?

Na opinião de Dick Grob, foi organizado pela máfia. Ele me disse que não queria que Elvis ou o pai comparecessem em tribunal por causa de todo o interesse da mídia que iria se criar, então eles devem ter conseguido alguém dentro da casa. "Isso é o que Vernon acreditou o tempo todo", disse Dick. "Alguém de dentro deixou o assassino entrar na casa."

Este foi o material explosivo, e eu suspeito que estava no caminho certo, porque coisas estranhas começaram a acontecer comigo. Primeiro, uma roda da minha caminhonete caiu enquanto eu estava dirigindo.

Se estivesse indo mais rápido, eu poderia ter morrido. Um mecânico que visitei disse que as porcas das outras rodas também estavam prestes a sair. Alguém tinha mexido nelas.


Suzanna Leigh em 2009
Então, uma noite em que estava andando com meu cão, fiquei vulnerável em um sinal vermelho quando uma jovem negra, de não mais de 20 anos, colocou o braço para fora da janela de um carro que passava e disparou pelo menos cinco tiros de um revólver, que atingiram alguns galhos de árvores acima de mim.

Em outra ocasião, alguém entrou no meu carro, e então alguém tentou invadir minha casa e esfaqueou um dos meus cães.

Até hoje, eu suspeito que alguém me queria fora do caminho. Eu não fiquei esperando descobrir quem antes de sair da cidade.

Eu sei que as pessoas vão achar difícil acreditar nestas reivindicações, mas eu conhecia o verdadeiro Elvis, e depois do que aconteceu comigo, estou mais convencida do que nunca de que estamos a um longo caminho de descobrir a verdade sobre sua morte.

Adaptado por Glenys Roberts de The Flip Side Of Paradise, um livro a ser lançado. © 2011 Suzanna Leigh.


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OBSERVAÇÕES:

*a mulher em questão é Priscilla.

**documentos que podem ter alguma revelação muito grande são mantidos em sigilo pelo FBI por 50 anos (no Brasil, a ABIN mantém por 100 anos).

***há informações reais sobre tal investigação, mas até onde se sabe, Elvis não estava sabendo dela.

****Elvis realmente planejou se afastar dos palcos entre 1978 e 1980.

¹tal livro se trata de "Elvis: What Happened?".

²embora os membros da Máfia de Memphis tenham sido praticamente os mesmos desde o início, havia uma segunda equipe de seguranças que cuidava do bem estar de Elvis no interior de hotéis e camarins.

³fotos dessas férias, em março de 1977, são bem conhecidas, bem como a mudança do físico de Elvis neste período.

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Fotos: Google e © Getty Images®
Tradução: Elvis Presley Index | http://www.elvispresleyindex.com.br
>> a re-disponibilização desta tradução só é permitida se mantidos os créditos e sem edições.<<

Um comentário:

  1. Meu Deus. que história mas triste,Elvis não merecia um final tão triste desse,um homem que era querido por todos,um grande cantor um ser humano maravilhoso,me negou acreditar no que acabei de ler,guardarei Elvis para sempre no meu coração, tenho um amor incondicional por ele,quero guardar o lindo rosto, do meu Rei e seu lindo sorriso incomparável,pena que não o conheci,teria gostado de dar um beijo no meu ídolo.

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