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Diego Mantese.

I'VE GOT TO FIND MY BABY!

Fame and Fortune (CD - FTD, 2002)

Título:
Fame and Fortune
Selo:
FTD
Formato:
CD
Número de faixas:
27
Duração:
73:00
Tipo de álbum:
Disco comum
Vinculado a:
Discografia FTD
Ano:
2001
Gravação:
1960 e 1961
Lançamento:
4 de abril de 2002
Singles:
---


Fame and Fortune continua o festival de coletâneas da FTD, dessa vez trazendo gravações feitas no RCA Studio B em Nashville, Tennesee, entre 1960 e 1961. Assim como em "Silver Screen Stereo", o áudio do CD é o verdadeiro must have do produto, além, claro, das faixas muito bem escolhidas. Com Elvis precisando provar que dois anos no exército não o haviam enfraquecido musicalmente, os discos da época, "Elvis Is Back!" e "His Hand In Mine", mais proeminentemente, conseguiram passar o recado.

Assim como com o CD citado acima, a FTD só peca em não disponibilizar um livreto, o que até faz sentido dados os outros lançamentos específicos do período que tiveram grandes quantidades de fotos disponibilizadas.

Abaixo segue a resenha do material disponibilizado no CD.
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1. Make Me Know It (Take 11) - A primeira música do primeiro lançamento de Elvis após o exército, "Elvis Is Back!", de 1960, inicia o CD e o false start nos permite saber que, mais uma vez, vamos poder espionar de perto a banda trabalhando.

2. Soldier Boy (Take 7) - Uma versão encantadora e relaxada. Começando com Floyd Cramer fazendo uma corrida no piano e Elvis, com óbvio humor, dizendo: "Ei, eu gosto disso!". Elvis parece muito relaxado com a música nesta joia.

3. Stuck On You (Take 1) - Outro divertido false start e com um mix de áudio dinâmico traz o lado A do single de maior sucesso no ano de 1960. O vocal de Elvis está fabulosamente à frente, o que torna esta versão realmente brilhante. Este é de fato algo sobre o qual Elvis se queixou na época, preferindo se misturar com a banda.

4. Fame and Fortune (Take 5) - O lado B do single citado acima é um destaque absoluto. Scotty ainda não havia pensado nos riffs conhecidos com sua guitarra, mas esta versão passa uma sensação mais leve do que a do Master final, chegando a ser sublime.

5. Like A Baby (Take 4) - De volta a "Elvis Is Back!", um grande blues com uma mistura de áudio fabulosa. Também é um bom lembrete de quanto Elvis se superava com o passar do tempo, já que o próximo take seria o Master.

6. It's Now or Never (Takes 2 e 3) - Outro single de sucesso em 1960 é uma surpresa que se inicia com um take 2 bagunçado, mas com Elvis colocando mais emoção do que no take 1 (presente no CD "Long Lonely Highway" da gravadora). A percussão é misturada um pouco mais alta e fica muito perto do feel do Master, mas, logo antes do fim, a banda perde o tempo. Uma verdadeira delícia!

7. Girl Of My Best Friend (Take 3) - Uma outra joia de descoberta das sessões de "Elvis Is Back!", uma vez que soa tão diferente do Master que todos conhecemos. Tomado em um tempo muito mais lento (as palavras não se encaixam), realmente demonstra como Elvis e a banda criaram obras-primas a partir das demos originais com as quais começaram.

8. Dirty Dirty Feeling (Take 1) - Um dos menores clássicos de Leiber e Stoller, com o bônus adicional de alguns fracassos e a banda interagindo, é ótimo de ouvir. O take 1 não tem o break instrumental do Master, mas tem o violão mais alto no mix. Esta é uma outra música que foi lançada em qualidade terrível antes, mas aqui soa muito bem.

9. Thrill Of My Love (Take 1) - Uma mudança de humor quando Elvis entra em um balanço Gospel é outro deleite. Um excelente começo com a voz de Elvis lindamente clara em uma versão que poderia ser considerada melhor do que o Master.

10. Such a Night (Take 1) - Esta é uma surpresa, já que parece tão diferente da versão maliciosa sempre considerada estranhamente fraca. A banda ainda parece insegura sobre onde estão indo com aquilo, mas aqui o mix é dinâmico com a bateria cristalina conduzindo a música. Não foi o Master, mas é um deleite fabuloso para todos e demonstra o quanto uma mistura de áudio cuidadosa pode mudar completamente a sensação de uma música.

11. Girl Next Door Went A-Walkin' (Takes 1, 2 e 3) - Uma pequena música que Elvis gravou como um favor para Scotty. No entanto, este é mais um destaque, pois com as 3 tentativas aqui apresentadas, observamos a banda no trabalho e eles estão se divertindo! O som de Elvis dizendo "segura!" à medida que a música desmorona é uma coisa brilhante.

12. Milky White Way (Take 4 e 5) - A sessão para "His Hand In Mine" começa com Millie Kirkham discutindo como deveriam fazer os backing vocals tirar 4 barras, mas Elvis gosta do ritmo. "Esse é um bom tempo", ele diz. Se você ouvir o take 3, poderá ver como Elvis decidiu acelerar o tempo, adicionando um balanço Gospel muito melhor para a melodia final.

13. His Hand In Mine (Takes 4 e 5) - O Master foi montado a partir das mesmas 2 tomadas, mas a mistura aqui é muito diferente, deslocando os Jordanaires para o canal da direita e criando uma  harmonia muito mais satisfatória de suas vozes com Elvis.

14. He Knows Just What I Need (Takes 6 e 7) - O trabalho de Elvis e de sua banda é notável e muito dinâmico nestes takes que mostram uma progressão agradável.

15. Surrender (Take 2) - Este foi o single número 1 registrado nesta sessão, mas Elvis estava tendo problemas para obter o acabamento vocal perfeitamente poderoso. Aqui você pode observar o final original onde Elvis desliza no final dinâmico. Frustrado com seu fracasso, o cantor dos Jordanaires, Ray Walker, explicou uma nova técnica de respiração para Elvis, que então passou a gravar o clássico que todos conhecemos.

16. In My Father's House (Take 7) - Uma versão de puro sentimento religioso.

17. Joshua Fit The Battle (Take 2) - Esta música demonstra o quão claras são essas misturas, mas por isso, eles perderam essa espontaneidade fabulosa que fez do Take 1 (presente no CD "Easter Special" da gravadora) uma versão tão brilhante.

18. I'm Gonna Walk Dem Golden Stairs (Take 5) - A harmonia entre Elvis, a banda e backing vocals é bastante audível aqui. Este é um dos takes que certamente explicam como e por que o disco "His Hand In Mine" foi um sucesso.

19. Working On the Building (Take 1) - 7h de manhã, depois de trabalhar a noite toda, e estamos ouvindo o grupo novamente na borda criativa. "Hey Bill, eu tenho a introdução", anuncia Hank Garland antes que a tomada se desintegre imediatamente. "Ei, isso pareceu muito bom, devíamos ter mantido", brinca Elvis. Este primeiro take tem essa grande sensação espontânea, Elvis aplaude durante a canção e deixa os Jordanaires conduzirem os refrões. Elvis tosse noo final, mas isso é outro deleite.

20. I'm Comin' Home (Take 4) - As faixas finais deste CD são de 12 de março de 1961, onde Elvis gravou 12 músicas em apenas uma noite, que gerou o LP "Something For Everybody" de 1961. O take é bastante interessante, com a bateria e a guitarra bem mais à frente do que no Master.

21. Gently (Takes 1 e 2) - Essas versões iniciais são simplesmente lindas. Dennis Ferrante produziu um mix muito diferente dos Jordanaires, dando-lhes uma maior separação que, juntamente com a excelente qualidade de áudio, ajuda a mostrar a maravilhosa mistura de seus vocais com os de Elvis.

22. In Your Arms (Take 1) - Uma balada gostosa, traz o mix perfeito entre a voz de Elvis e as respostas dos Jordanaires. O solo de saxofone soa mais claro do que nunca.

23. It's a Sin (Take 2) - Com o piano mais pronunciado de Floyd Cramer e a guitarra melodiosa de Scotty Moore, este é um dos takes mais deliciosas desta canção, o qual certamente deveria ter ganho pelo menos o status de Master Alternativo.

24. Starting Today (Take 2) - Uma versão não muito diferente do Master, traz Elvis deslizando suavemente pela letra.

25. Sentimental Me (Take 1) - Mais uma ótima primeira vez. A sensação é muito mais leve do que no Master e o final é atingido de uma maneira deliciosa. Esta foi quase uma obra-prima "one take".

26. Judy (Take 1) - Por fim, esta joia recebe uma versão adequada. O violão de Hank Garland dominaria o mix final, mas aqui Elvis quer jogar. Em uma sensação semelhante à da sessão de "Shoppin' Around", Elvis está tocando seu violão de forma magistral. Sua técnica é muito áspera e alta no mix - dando uma sensação agradável de versão unplugged.

27. Put the Blame On Me (Takes 1 e 2) - A canção que teria um papel importante no filme "Tickle Me" de 1965 é ouvida aqui em suas primeiras tentativas. Elvis não está à vontade com a letra e não consegue atingir algumas notas mais altas, mas se diverte com o que consegue fazer. O take 2 finalmente sai de uma maneira aceitável, embora Elvis fosse dizer algo bem diferente.
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VÍDEO (CD COMPLETO)
(clique no vídeo e depois em "assista a este vídeo no Youtube")

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