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Long Lonely Highway - Nashville 1960-1968 (CD - FTD, 2000)

Título:
Long Lonely Highway - Nashville 1960-1968
Selo:
FTD [FTD 005]
Formato:
CD
Número de faixas:
22
Duração:
56:00
Tipo de álbum:
Disco comum
Vinculado a:
Discografia FTD
Ano:
2000
Gravação:
20 de março de 1960 a 17 de janeiro de 1968
Lançamento:
Julho de 2000
Singles:
---


Long Lonely Highway - Nashville 1960-1968 foi o quinto CD lançado pela gravadora FTD. Ele contém 18 takes alternativos nunca antes lançados, duas canções disponibilizadas pela primeira vez em estéreo e outras duas com áudio remasterizado, de canções gravadas nos estúdios da RCA em Nashville, Tennessee, entre 1960 e 1968. O disco encontra-se atualmente fora de catálogo.

Nashville sempre foi o palco das melhores gravações de Elvis e foi ali, na capital do Tennessee, que o Rei do Rock criou a maioria das canções e discos que se tornaram sucessos imediatos e bateram recordes de vendas. Seu primeiro LP como artista nacionalmente reconhecido, "Elvis Presley", de 1956, e os singles "I Want You, I Need You, I Love You" e "Hound Dog" foram as principais amostras do que Elvis podia criar na cidade. Mas foi ao voltar da Alemanha, em 1960, que Elvis escolheu Nashville para dar aos fãs os LPs "Elvis Is Back!" e "His Hand In Mine", além dos singles "Stuck On You", "Fame and Fortune", "It's Now or Never" e "Are You Lonesome Tonight". Isso transformou a capital em uma espécie de santuário para a criação de uma magia pura que traria a nossos ouvidos clássicos como "Kiss Me Quick" e "Little Sister", além da famosa sessão para o "disco perdido" de 1963.

1966 veria a criação do premiado disco "How Great Thou Art" em Nashville, juntamente com alguns dos singles de maior sucesso do período 1963-67 como "Come What May", "Fools Fall In Love" e "If Every Day Was Like Christmas". De 1967 a 1968, pode-se dizer que os trabalhos menos apreciados que vieram de Nashville foram as trilhas sonoras, mas os hits "Guitar Man", "Big Boss Man" e "Hi-Heel Sneakers" ainda assim saíram de sessões para elas. E todo este sucesso trazido pelo ar da cidade, aliado ao talento de Elvis e dos músicos por trás das gravações, ainda seria repetido nos anos 1970.

Abaixo segue a resenha do material disponibilizado neste CD
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- 1 . It's Now or Never (Alternate Take 1): Em 1959, enquanto se divertia com os amigos durante suas folgas, Elvis costumava cantar a versão em inglês mais famosa do clássico italiano "O Sole Mio", chamada "There's No Tomorrow", um sucesso de Tony Martin em 1949, sem desconfiar que apenas um ano depois estaria fazendo sua própria rendição com as novas letras escritas por Aaron Schroeder e Wally Gold. O single lançado em 1960 trazia o Master final (take 4), que soa bem diferente do que nesta primeira tentativa mais lenta e melodiosa.

- 2. A Mess of Blues (Alternate Take 1): Depois de dois false starts, Elvis inicia um take da canção e quase o completa antes de começar a rir no final. É bastante interessante notar que esta versão também é mais lenta do que o Master (take 5) lançado como lado B do single de "It's Now Or Never".

- 3. It Feels So Right (Alternate Take 3): Outra que também teve seu Master obtido no take 5, não difere muito do mesmo, que é ouvido no LP "Elvis Is Back!".

- 4. I'm Yours (Alternate Take 2): Uma das maiores pérolas deste CD, ven das sessões de 1961 em Nashville e é totalmente diferente do Master (composto do Take 6 + Work Part Take 1) por não contar com a parte falada no meio da canção.

- 5. Anything That's Part of You (Alternate Take 2): Assim como as músicas anteriores, este take também contém uma versão muito mais lenta do que o Master (take 10). Apesar de ambos serem muito bonitos, o raríssimo take 9 poderia ter sido adicionado.

- 6. Just For Old Time Sake (Alternate Take 1): Retornando ao RCA Studio B em março de 1962, Elvis inicia os trabalhos com um take padrão que não se diferencia muito do Master (take 5) a não ser pela guitarra logo no começo da canção.

- 7. You'll Be Gone (Alternate Take 4): Escrita por Elvis, Red West e Charlie Hodge, tem um feel mais latino devido ao uso da guitarra de forma bastante distante da ouvida no Master (take 3).

- 8. I Feel That I've Known You Forever (Alternate Take 3): Sem novidades, tem backing vocals que soam um pouco mais apáticos do que no Master (take 5).

- 9. Just Tell Her Jim Said Hello (Alternate Take 5): Embora o Master tenha sido obtido com perfeição no take seguinte, aqui a voz de Elvis ainda não soa confiante com a canção, mas nada além disso está fora de proporção.

- 10. She's Not You (Splice Take 2 + Work Part Take 4): Muito mais lenta que o Master (composto do Take 3 + Work Part Take 5), é até saborosa de se ouvir.

- 11. (You're the) Devil In Disguise (Alternate Takes 2 & 3): É maio de 1963 e as sessões para o "disco perdido" estão em andamento. Elvis erra a letra e recomeça a canção, que teria seu primeiro take completo. O Rei do Rock ri na finalização e os Jordanaires ainda não parecem à vontade com a música, mas não há muitas diferenças para com o Master (take 6).

- 12. Never Ending (Alternate Take 1): Dentre as coisas mais notáveis nessa primeira tentativa de gravar a canção estão o fato de que não há o eco irritante do Master (take 3) e também o feel é bastante diferente. O tempo usado no take é bem mais rápido do que no Master.

- 13. Finders Keepers, Losers Weepers (Alternate Take 1): Um pouco mais lenta que o Master (Take 3), mas sem novidades.

- 14. (It's a) Long Lonely Highway (Take 1 - Single Master): Gravado em maio de 1963, mas somente lançado em 1965, este take é ligeiramente diferente do Record Master (take 2) usado na abertura do filme "Tickle Me" e em seu EP.

- 15. Slowly But Surely (Alternate Take 1): Aparte da guitarra mais pronunciada, o take é quase idêntico ao Master (take 5).

- 16. By and By (Alternate Take 4): Três anos depois, em 27 de maio de 1966, Elvis estaria novamente no estúdio da RCA em Nashville para gravar as faixas do premiado LP "How Great Thou Art". Ao contrário do Master (take 10), aqui Elvis parece estar mais relaxado com a versão mais lenta.

- 17. Fools Fall In Love (Alternate Take 4): Um take bastante diferente do Master (take 5), traz a guitarra apenas dando leves toques na primeira estrofe e o trompete só é introduzido no segundo verso.

- 18. Come What May (Take 8 - Master): Bastante conhecido, aparece pela primeira vez em versão estéreo.

- 19. Guitar Man (Alternate Take 10): Entramos em setembro de 1967 e esta é uma versão bastante conhecida há alguns anos. Não muito diferente de seu Master (take 12), ela também traz um trecho de "What'd I Say" no final e é lançada remasterizada pela primeira vez neste trabalho. Uma canção que remete ao Country que Elvis gostava, foi usada, em nova versão orquestrada, em vários trechos, incluindo a abertura, do"'68 Comeback Special". no ano seguinte.

- 20. Singing Tree (Take 13 - Unused Master): Esta versão é muito diferente do Master (composto do Take 12 + Take 13) por Elvis estar cantando solo e não em "dueto induzido" (pela sobreposição de dois áudios) como na que foi lançada.

- 21. Too Much Monkey Business (Alternate Take 9): Ao chegarmos a janeiro de 1968 temos duas pérolas raras para qualquer fã. Esta versão do clássico de 1956 de Chuck Berry tem instrumentais, backing vocals e a vocalização de Elvis bem diferentes do que o ouvido no Master (take 14) e é executada um pouco mais lenta.

- 22. Stay Away (Alternate Take 2 - Slow Tempo): A animação no estúdio mostra que naquele ponto a atitude de Elvis quanto ao que queria gravar ou não já estava falando alto. Ele está feliz e brinca com seus amigos e colegas durante o take 1 (omitido aqui), onde a canção é intitulada "Evergreen" e o faz ter um ataque de risos (ouvido logo no início desta faixa).
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VÍDEO (CD COMPLETO)

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