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Spinout (CD - FTD, 2004)

Título:
Spinout
Selo:
FTD [FTD 035]
Formato:
CD
Número de faixas:
25
Duração:
70:00
Tipo de álbum:
Trilha sonora
Vinculado a:
Discografia FTD; Spinout, 1966
Ano:
2004
Gravação:
16 e 17 de fevereiro, 26 de maio e 12 de junho de 1966
Lançamento:
Maio de 2004
Singles:
---

Spinout é o trigésimo quinto CD da FTD. Ele contém o álbum original de 1966 completo e com áudio remasterizado, além de outros 13 takes alternativos. O CD continua no catálogo da gravadora.

Originalmente, Spinout foi o vigésimo segundo filme e trabalho de trilha sonora, além de ser o 34º LP de Elvis pela RCA.  Excluindo a compilação de singles "Elvis 'Golden Records Volume 3", de 1963, e "Elvis For Everyone", de 1965, este foi o décimo primeiro álbum seguido de trilha sonora. Foram gravadas nove músicas e todas foram usadas na produção e lançadas no LP do filme, que também incluiu três extras das sessões de maio e junho de 1966 no RCA Studio B em Nashville.

No início de 1966, os executivos da RCA e o Coronel chegaram à mesma conclusão: A música popular estava repleta de mudanças e com o domínio dos Beatles, Bob Dylan e muitos outros, Elvis já não reinava no mercado. As vendas de trilhas sonoras estavam afundando, demandando cada vez menos unidades e atingindo o pico nas posições mais baixas dos gráficos. Mesmo assim, "Spinout" ainda aderiu à mesma fórmula dos últimos quatro anos, com nove músicas derivadas do conjunto padrão de compositores e com seus direitos de publicação assinalados à Elvis Presley Music e à Gladys Music, as empresas de Elvis e do Coronel.

Duas músicas foram lançadas como single um mês antes da estréia do filme, sendo a faixa título com "All That I Am" no lado B. Ambos os lados não chegaram nem ao Top 40 nas paradas, ficando em 41º e 42º lugares. Reconhecendo mudanças no gosto do público, três faixas adicionais de natureza contemporânea foram adicionadas como um "bônus especial" para levar o álbum a um tempo de duração mais aceitável para um LP. Gravadas no RCA Studio B em Nashville durante as sessões para seu segundo álbum Gospel, "How Great Thou Art", o hit R&B "Down In the Alley" se juntou ao sucesso original de Bob Dylan "Tomorrow Is a Long Time" (uma das únicas músicas que não teve seus direitos revertidos a Elvis e Parker) e ao hit de Don Ho "I'll Remember You", refletindo a paixão de Presley pelo Havaí e sua cultura. Mas mesmo com essas inclusões, o álbum ficou apenas um pouco melhor do que seus predecessores em 1966 - um mísero 18º lugar.

 Abaixo segue a resenha do conteúdo disponibilizado no CD.
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FAIXAS 1 A 12. ÁLBUM ORIGINAL: Para mais informações, clique aqui.


  • "I'll Be Back" não tem takes alternativos, pois o Master foi obtido no primeiro. 


- 13. Stop, Look and Listen (Takes 1, 2 & 3): Elvis começa o primeiro take da canção com bastante empenho e parece que ela sairá completa já nesta tentativa, mas o cantor perde o tempo no início da segunda estrofe e a gravação é interrompida. O mesmo acontece com o take 2. A terceira rendição decorre normalmente e é muito semelhante ao que ouviríamos no Master (um splice dos takes 6 e 7).

- 14. Am I Ready (Take 1): Um take bonito, com a voz de Elvis contrastando perfeitamente com o piano e o bandolim. Os vocais dos Jordanaires é muito complicado e bastante diferente do que se ouve no Master (Take 7).

- 15. Never Say Yes (Takes 1 & 2): É o início do segundo dia de gravação da trilha e Elvis está de bom humor, mas apreensivo com a canção. Originalmente, o filme se chamaria "Never Say Yes" e com certeza essa canção produziria uma ótima abertura, mas a letra boba era um problema. O take 1 desmorona logo no início e a segunda tentativa é completa, mas ainda sem atrativos. O Master seria obtido com um splice dos takes 5 e 6.

- 16. Spinout (Takes 1 & 2): A música-título do filme traz um Elvis entusiasmado, mas o som do primeiro take é um tanto seco e abafado logo de início e um Elvis inseguro o interrompe. Não há muita diferença do que se ouve no take 2 para o que temos no Master (Take 5), uma vez que somente false starts se seguiriam deste até sua obtenção.

- 17. All That I Am (Takes 1 & 2): É refrescante ouvir o início do primeiro take, que usa uma instrumentação mais leve e backing vocals mais suaves do que temos no Master (Take 5), mas Elvis perde o tempo e o corta. O take 2 continua com o som mais agradável e parece perfeito, mas acaba ficando somente como um alternativo.

- 18. Adam and Evil (Takes 1, 14 & 16): Poucas canções de Elvis ultrapassaram 15 takes e esta é uma delas. O take 1 tem uma aspereza interessante, mas é interrompido na metade. Somente false starts foram registrados até o 14º take, que só não fica completo por que Elvis executa uma nota de forma errada que o faz rir. O único take completo da sessão até aquele ponto seria o de número 16, mas Elvis ainda lutaria para conseguir melhorar e alcançar o Master perfeito no Take 20. O que mais se pode aproveitar destes momentos são as conversas de Elvis com seus músicos e engenheiros entre takes.

- 19. Smorgasbord (Take 1): Sid Tepper e Roy Bennett produziram 43 músicas para os filmes de Elvis, todas com batidas interessantes mas letras extremamente bobas. Essa é uma delas, possuindo uma batida funky bem ao estilo das melhores canções dos anos 1960 mas pecando na letra. O Master seria obtido no sétimo e último take.

- 20. Beach Shack (Takes 1, 2 & 3): A letra da música é tão idiota que Elvis não consegue manter a compostura após cantar "quem você pensa que eu sou? / Dum-dee-dum-dee-yeah-yeah-yeah". e cai na risada. A presença de membros da Máfia de Memphis no estúdio é uma distração para Elvis no início do take 2, fazendo-o rir e provocando uma reação do engenheiro de som Dave Weichman, que pede sutilmente que eles se retirem. O Master seria o Take 4, embora Elvis quase não consiga terminá-lo.

- 21. Am I Ready (Takes 3 & 4): O que ouvimos aqui já é bastante próximo ao Master, mais ainda com vocais diferentes por parte de Elvis, instrumentação e Jordanaires mais leves.

- 22. Never Say Yes (Takes 4 & 5): Elvis pede mais um take e para que o engenheiro melhore o volume dos backing vocals em seu fone. O take 4 desmorona em segundos, mas o próximo é completo e, aparte de alguns pequenos erros, quase produz um Master, tendo partes dele sido usadas para o splice final.

- 23. All That I Am (Take 4): Outro take excelente e muito bonito, mas com um arranjo para piano muito complicado e fora do contexto para a trilha de um filme bobo como "Spinout". O take seguinte originaria o Master.

- 24. Stop, Look and Listen (Take 6): A versão aqui já contém o característico "hey, hey, hey" que se tornaria bem vindo no mix final.

- 25. Smorgasbord (Take 5): Um take completo e sem erros, que traz Elvis cantando um trecho de "I Got a Woman" no seu fim.
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