Elvis Presley Index: Elvis Sings Memphis Tennessee (CD/LP - FTD, 2008/2019)

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terça-feira, 15 de março de 2022

Elvis Sings Memphis Tennessee (CD/LP - FTD, 2008/2019)

Título:
Elvis Sings Memphis Tennessee
Selo:
FTD [FTD 073] [88697 29699 2]
Formato:
CD duplo
Número de faixas:
53
Duração:
145:00
Tipo de álbum:
Comum
Vinculado a:
Discografia FTD
Ano:
2008
Gravação:
26 a 28 de maio de 1963 / 12 de janeiro de 1964
Lançamento:
Agosto de 2008
Singles:
---


Elvis Sings Memphis Tennessee foi o septuagésimo terceiro CD da FTD. Ele reúne faixas gravadas em 1963 e 1964 para o disco homônimo, o qual acabou sendo descartado antes do lançamento. O trabalho encontra-se atualmente fora de catálogo.

Em 1963 Elvis estava com sua carreira cinematográfica consolidada e as vendas de seus LPsEPs singles ainda estavam em alta. Trilhas sonoras haviam se tornado o foco da atenção nas sessões de gravação, deixando de lado trabalhos para LPs independentes em função das vendas exorbitantes das canções ouvidas nos filmes. Sem perceber, ao se utilizar dessa "mina de ouro", o Coronel e a RCA estavam escrevendo o capítulo inicial do que viria a ser uma queda brusca nas vendas e popularidade de Elvis dentro de dois anos.

Rei do Rock, por sua vez, tinha grandes contribuições e ideias para gravar, mas sempre encontrando obstáculo nas negações de Parker e da RCA. Depois de muito brigar, Elvis conseguiu uma trégua e foi autorizado pelo Coronel a conduzir sessões para um novo álbum a ser lançado ainda naquele ano, o qual traria músicas de seu gosto ou que estivessem em evidência na época. Era um descanso das famigeradas canções melosas e sem sentido para os filmes e um grande avanço no poder de Elvis sobre sua carreira, embora por tempo limitado.

Com isso, Elvis foi até o RCA Studio B em Nashville, onde havia produzido diversas das pérolas do início de sua carreira. O time de músicos da casa era excelente, a oportunidade era excelente e as músicas eram, embora não todas, ótimas. Começando na noite do dia 26 de maio de 1963, o cantor fez duas sessões que produziram 14 músicas, mostrando que ele ainda tinha ritmo para produzir em massa e dentro dos padrões esperados pelos fãs. Destas sessões, Elvis tinha uma predileção e trabalhou com verdadeiro entusiasmo em "(You're the) Devil In Disguise", "Memphis Tennessee", de Chuck Berry, e "Ask Me", do italiano Domenico Modugno.

Mas foi na madrugada do dia 28 que as coisas mudaram de rumo. Depois do estrondoso sucesso do LP de "Fun In Acapulco", o Coronel estava convencido de que trilhas sonoras vendiam e venderiam infinitamente mais do que músicas avulsas e ordenou o abandono imediato do projeto. Foi um baque que mudaria a visão de Elvis sobre suas gravações e começaria a trazer sua derrocada musical naquele período. O cantor mostrou entender a situação, mesmo que na verdade estivesse totalmente desgostoso, mas era visível seu descontentamento. As trilhas medíocres gravadas a partir dali também o convenceriam de que o caminho seguido estava errado, mas não havia nada que mudasse a cabeça e a ganância de Parker e dos executivos da RCA.

As gravações daqueles dias foram posteriormente lançadas em singles e em LPs de compilações, mas sem o mesmo apelo que teriam se houvessem sido levadas ao mercado em um trabalho único. A Beatlemania e a Invasão Britânica também tinham um papel grande em tudo isso, uma vez que o público em geral passava a gostar mais daquele estilo de música, com ritmo e sem preocupação com as letras, do que as melodiosas canções quase sem ritmo que os americanos estavam fazendo. As vendas de Elvis começavam a despencar, com exceção de um sucesso aqui ou ali, a exemplo da trilha sonora de "Roustabout" em 1964. Quando 1965 chegou, a popularidade de Elvis estava tão baixa que já gerava a dúvida sobre quanto mais sua carreira duraria. Sem um single número 1 em muito tempo e com seu último LP independente em primeiro lugar nas paradas datando de 1962, Elvis via seu reinado ser cada vez mais ameaçado e só podia imaginar se seria diferente caso o disco gravado em 1963 tivesse sido lançado.

Embora estejam presentes em diversos trabalhos ao longo dos anos, a primeira vez em que todas as canções gravadas em maio de 1963 foram lançadas juntas de maneira oficial se deu somente em 1990 em um CD lançado como "For the Asking" na Europa. No ano seguinte o trabalho chegaria aos EUA como "The Lost Album". A gravadora também aproveitou para incluir a faixa solo gravada em 12 de janeiro de 1964, "It Hurts Me", durante as sessões de remake para "Ask Me" e "Memphis Tennessee".

Não é de se surpreender com o fato de que muitos fãs não saibam desse lançamento até hoje. Um atraso de quase 30 anos fez com que um disco de alto potencial tivesse toda sua força drenada pelo tempo. Tentando contornar isso, a FTD retrabalhou o álbum em 2008 e o relançou como "Elvis sings Memphis Tennessee" em um CD duplo. As faixas do disco originalmente proposto tiveram suas posições rearranjadas e as sessões de gravação completas foram adicionadas como bônus. 

Abaixo segue resenha do trabalho.
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CD 1 - O ÁLBUM ORIGINAL

- 1. Witchcraft: Embora não seja necessariamente uma grande faixa a reorganização da FTD faz com que o disco comece com sua música mais forte. Uma performance incrível não só de Elvis nos vocais, mas também de Boots Randolph no saxofone. Com ótima letra e fraseado, é difícil não amar essa música. É uma pena que tenha sido desperdiçada como um simples lado B à época.

- 2. Please Don't Drag That String Around: Depois da incrível "Witchcraft", é um verdadeiro infortúnio tocar imediatamente uma música tão fraca quanto esta, que foi o lado B de "(You're the) Devil In Disguise". Partes desta são tão ruins que quase soam como uma música de filme. Elvis gravou uma tonelada de letras incríveis de Otis Blackwell, mas esta, co-escrita com Winfield Scott, simplesmente não se compara a "Don't Be Cruel", "Make Me Know it" e a maioria das outras.

- 3. Love Me Tonight: Esta é uma canção de amor calma e eficaz que ainda mostra um pouco do poder vocal de Elvis. Esta música de Don Robertson infelizmente estreou como música bônus no LP de "Fun in Acapulco", então é uma das melhores músicas românticas de Elvis que o público em geral nunca ouviu.

- 4. Slowly But Surely: Com um arranjo irritante e letra fútil, esta definitivamente não é uma das melhores de Elvis. Ela também fez sua estreia como um bônus em "Fun in Acapulco", onde na verdade conseguiu ser uma das músicas mais fortes, embora fora do lugar.

- 5. It Hurts Me: Dada sua qualidade, é difícil acreditar que Elvis gravou esta música em 1964. Se não fosse pelos poderosos Jordanaires, ela certamente poderia ser confundida com seu material mais maduro de anos posteriores. Um tesouro escondido entre as tantas faixas descartáveis daquela década, ela luta bravamente para ser a melhor música do álbum. Mas o que a RCA fez com ela na época? Eles a lançaram como o lado B de "Kissin' Cousins" – inacreditável!

- 6. Echoes of Love: Não fosse pela instrumentação desagradável, esta poderia muito bem ter sido uma clássica canção de amor. Do jeito que está, soa como uma música de filme e pode ser difícil de ouvir, a menos que você faça um esforço real para se concentrar na voz de Elvis e abafar mentalmente todo o resto. Uma pena, considerando a bela letra. Esta música estreou no LP "Kissin' Cousins", onde foi realmente uma das músicas mais ouvidas.

- 7. (It's a) Long Lonely Highway: Sua recompensa por ouvir "Echoes of Love" vem imediatamente com outra das melhores músicas deste álbum. Como "Promised Land" dez anos depois, esta é perfeita para tocar alto no carro e faz uma música de abertura melhor do que "Witchcraft" - por isso foi corretamente usada naquela posição pela RCA em 1990. No entanto, não deve ser surpresa que esta seja uma ótima música, afinal, Doc Pomus e Mort Shuman a escreveram. A RCA previsivelmente desperdiçou esta como uma música bônus em "Kissin' Cousins", dando aos fãs pelo menos uma razão para comprar aquela trilha sonora horrível.

- 8. (You're the) Devil in Disguise: Esta é uma ótima música de 40 segundos que nunca se desenvolve completamente além disso. Em vez disso, ela apenas repete esse tempo até que seja longa o suficiente para ser um single (e um hit). O intervalo instrumental cheio de palmas perto do final é excelente, no entanto.

- 9. Never Ending: É outra incrível canção de amor que ajuda a adicionar algum peso ao álbum. Esta balada também tem um pouco de sabor latino e as cordas são magníficas. Originalmente, ela foi lançada como o lado B de "Such a Night" em 1964.

- 10. Ask Me: Sabemos que Elvis gravou essa música primeiro, mas ela seria a sequência perfeita para "It Hurts Me" porque passaria a ideia de que o "herói" finalmente conseguiu a garota e está prometendo seu amor a ela, assim como prometeu que o faria. Esta música é outro reflexo do Elvis mais maduro, e teria se encaixado perfeitamente com as músicas que ele gravou em 1970 e 1971. Esta é a versão de 1964 de "Ask Me", que foi lançada como single mais tarde naquele ano.

- 11. Memphis, Tennessee: O ritmo da selva no cover de Elvis do clássico de Chuck Berry é maravilhoso, mas assim como ocorrido com "Ask Me", Elvis rejeitou o Master de 1963 e a regravou no ano seguinte. De acordo com Ernst Jorgensen, Elvis tocou sua gravação ainda não lançada para Johnny Rivers, que começou a gravar e lançou uma versão antes do Rei do Rock. Rivers fez sucesso enquanto a gravação de Elvis foi relegada ao álbum de sobras "Elvis For Everyone!" de 1965. Além dos ritmos da selva, a melhor parte é o final surpreendente.

- 12. Finders Keepers, Losers Weepers: Outra que soa como uma música de filme, e uma ruim até nisso. Essa música infantil envelhece rápido e é provavelmente a pior seleção desta coleção. Apareceu pela primeira vez no álbum "Elvis For Everyone!".

- 13. Western Union: Ok, talvez esta seja na verdade a pior música deste álbum. Não é que ela seja tão ruim, o problema é que ela soa como um remake insosso e inferior de "Return to Sender". Ela foi escrita por Sid Tepper e Roy Bennett, que criaram mais de 40 músicas para Elvis, a maioria eram músicas de filmes de baixa qualidade. Ela foi lançada como um bônus no LP de "Speedway" em 1968.

- 14. Blue River: A FTD realmente deixou as músicas não tão boas para o final deste álbum, outra razão pela qual o novo sequenciamento é falho. Esta é uma música que se esforça demais e que foi lançada pela primeira vez como o lado B de "Tell Me Why" em 1965.

- 15. What Now, What Next, Where to: Apesar do título pesado, que pode fazer você pensar ser "mais uma música de filme", ela é na verdade uma bela balada de Don Robertson e Hal Blair. Elvis a gravou em apenas um take e ela pareceu pela primeira vez na trilha sonora de "Double Trouble" em 1967. Como se pode ver, a maioria das músicas das sessões abortadas de 1963 são gravações de alto nível que mereciam mais do que serem usadas como lados B e enchimentos de álbuns. Se você pensa em 1963 e 1964 como anos desperdiçados na carreira de gravação de Elvis devido às trilhas sonoras dos filmes, então este álbum pode ser uma revelação.

MASTERS REJEITADOS

- 16. Memphis, Tennessee: Este é o Master rejeitado de 1963. A bateria e a instrumentação são ótimas aqui, mas Elvis não soa tão bem quanto em 1964. O riff de bateria que ou vimos lembra muito a abertura de "That's All Right" nos shows de Elvis em agosto de 1970 em Las Vegas. Este Master foi lançado pela primeira vez em "Collectors Gold" de 1991, mas soa melhor aqui.

- 17. Ask Me: Aqui temos também o Master rejeitado de 1963. Embora ainda seja de um desempenho decente, a versão de 1964 é realmente superior. Também foi lançado pela primeira vez em "Collectors Gold".

PRIMEIROS TAKES

- 18. Witchcraft (Take 1): Esta é outra grande tomada da música, com um sax ainda mais selvagem. Elvis faz uma abordagem mais suave para algumas das letras, o que soa muito legal, uma alternativa maravilhosa. Este take foi lançado pela primeira vez no "Collectors Gold".

- 19. Please don't Drag That String Around (Take 1): Por alguma razão, este take é um pouco melhor do que o Master. Talvez Elvis pareça menos entediado, já que é apenas a primeira tomada. Este é um ótimo exemplo do cantor tirando o máximo proveito de uma música fraca, algo que ele teve que fazer com muita frequência ao longo de sua carreira. Lançado pela primeira vez em "Such a Night".

- 20. Love Me Tonight (Take 1): Esta alternativa soa um pouco mais lenta. Outra boa de escutar, embora o Master seja melhor. Outro take lançado em "Collectors Gold".

- 21. Slowly But Surely (Take 1): Essa tomada prova que a música era tão ruim na primeira tentativa quanto no Master. Você pode ouvir Elvis tentando torná-la boa, mas não há muito a se fazer. Este foi lançado pela primeira vez em "Long Lonely Highway".

- 22 It Hurts Me (Take 1): Esta é uma performance interessante, com fraseados um pouco diferentes. Não se pode dizer com certeza que é melhor que o Master, mas certamente é um candidato. Outro lançado em "Such a Night".

- 23. Echoes of Love (Take 1): Nove takes antes do Master e a irritante instrumentação infelizmente já está lá. Nesta tomada inédita, Elvis ri um pouco no meio, mas continua. Um momento agradável em uma música de outra forma esquecível.

- 24. (It's a) Long Lonely Highway (Take 1): O take 2 foi o Master, então este infelizmente é o único outro take dessa música. Ele foi lançado como o Master do single no lado B de "I'm Yours" em 1965, e parece ainda mais animada do que a versão do álbum - talvez seja até superior.

- 25. (You're the) Devil in Disguise (Take 3): Este take começa com um false start e depois recomeça (enquanto aparentemente mantém o mesmo número). Lançado pela primeira vez em "Long Lonely Highway", é sempre interessante ouvir alternativas de músicas de sucesso, mas esta está bem próxima do Master. No entanto, temos algumas variações de fundo e uma risada de Elvis perto do final.

- 26. Never Ending (Take 1): O take começa com um false start da banda e depois inclui uma tomada completa um pouco mais curta que o Master. Mais uma vez, as cordas são lindas. Outro de "Long Lonely Highway".

- 27. Ask Me (1964 Version) (Takes 1 & 2): O take 1 se desfaz rapidamente. O 2 é uma performance completa, lançada pela primeira vez em "Today, Tomorrow & Forever". Muitas vezes há reticências sobre os Jordainaires, mas seus vocais de fundo são magníficos nesta música.

- 28. Memphis, Tennessee (1964 Version) (Take 1): Este é o primeiro take de 1964. A bateria de abertura é abafada, mas Elvis meio que redime a música no final com uma performance cada vez melhor. Este foi lançado pela primeira vez em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964".

- 29. Finders Keepers, Losers Weepers (Take 1): Esta tomada parece um pouco mais lenta, mas a diferença não ajuda. Ainda não é uma música muito boa, não importa a velocidade. Este foi lançado pela primeira vez em "Long Lonely Highway".

- 30. Western Union (Take 1): Alguns ensaios dos Jordanaires estão aqui antes do take 1, um inédito, que consiste em uma abertura caótica e depois uma performance completa. Os Jordanaires estão ainda mais altos na mixagem neste, fazendo o Master parecer melhor. Mas temos de dar crédito a Elvis aqui; ele canta essa música descartável com muito espírito.

- 31. Ask Me (1963 Version) (Take 1): O take começa com um false start e depois reinicia em uma performance completa. Novamente, os vocais de Elvis não são tão eficazes nesta música como seriam um ano depois. Ele parece extremamente cansado. Este take é inédito até então.

CD 2 - SESSÕES DE GRAVAÇÃO

AS SESSÕES DE 1963

- 1. Echoes of Love (Takes 2, 4, 5 & 3): O take 2 tem apenas quatro palavras antes de Elvis cortá-lo. O 4 continua um pouco mais, mas Elvis o corta mais uma vez. O take 5 eventualmente desmorona também. A FTD termina a faixa retornando ao take 3, uma performance completa. Imagine a música com um arranjo mais simples, talvez apenas um violão, um piano e Elvis, e ela poderia ter sido uma verdadeira campeã. As tomadas 2 e 3 foram lançadas originalmente em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964", enquanto as tomadas 4 e 5 são inéditas.

- 2. Please Don't Drag That String Around (Take 2): Este take enfadonho foi lançado pela primeira vez em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964".

- 3. Please Don't Drag That String Around (Takes 3, 4 & 5): O take 3 é apenas um par de false starts antes mesmo de Elvis cantar. O 4 realmente continua por um bom tempo antes que o take seja parado. A tomada 5 é uma completa. Todos são inéditos.

- 4. (You're the) Devil in Disguise (Takes 1, 2, 4, 5 & 6 - Undubbed Master): O inédito take 1 consiste em alguns false starts antes de Elvis cantar. Curiosamente, ele parece um pouco irritado antes de começar a música. "Aqui vamos nós! Estamos gravando!", ele diz, deixando a impressão de que algumas pessoas estão brincando quando ele está pronto para começar a trabalhar. O take 2, lançado anteriormente em "Long Lonely Highway", é mais um par de false starts com um pouco de canto e Elvis assobiando em um fim abrupto. O 4 tem uma abertura mais animada, mas Elvis rapidamente o cancela. O quinto é um take curto, mal chegando ao refrão principal. Estas duas últimas são tomadas inéditas. O take 6 é o Master sem overdubs e tudo o que queríamos é que a faixa fosse até o final, mas o fade do overdub ainda está lá.

- 5. Never Ending (Takes 2 & 3 - Undubbed Master): O inédito take 2 não é tão forte quanto o 1 ou o Master e, eventualmente, desmorona. O take 3 é o incrível Master sem overdubs.

- 6. Witchcraft (Take 2): Não é tão emocionante quanto o take anterior ou o posterior, mas ainda vale a pena ouvir. Este take foi lançado pela primeira vez em "Today, Tomorrow & Forever".

- 7. Finders Keepers, Losers Weepers (Takes 2 & 3 - Undubbed Master): O take 2, até então inédito, é delicioso, mas acaba rápido. Elvis pede para que o tempo seja um pouco mais acelerado e então chegamos ao take 3, o Master sem overdubs.

- 8. Love Me Tonight (Takes 2, 3 & 4): O inédito take 2 é apenas um false start, com somente um pouco da introdução de piano de Floyd Cramer. O 3 na verdade inclui alguns vocais de Elvis antes de ele gravar. O 4 é um take completo, outra performance sólida de uma música de alto nível. As últimas duas tomadas foram lançadas pela primeira vez em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964".

- 9. Love Me Tonight (Takes 6 & 5): Esta faixa é mais notável por ter um pouco dos ensaios entre takes. Elvis corta o take 6 bastante cedo. A FTD então volta para o take 5 completo, provavelmente porque seria estranho primeiro ouvir um take completo seguido por um curto, mas ambos são inéditos.

- 10. Memphis Tennessee (1963 Version) (Take 1): O take 1 começa com uma abertura falha e depois reinicia em uma performance completa. De vez em quando, você pode ouvir traços do Elvis de 1956 nesta interessante tomada lançada pela primeira vez em "From Nashville to Memphis".

- 11. Western Union (Takes 2 & 3): Elvis canta mais suave no take 2, outro inédito, mas os Jordanaires estão mais altos do que nunca. A música termina cedo com outro assobio do cantor. O take 3 tem um false start e depois é cantado completo. Este apareceu pela primeira vez em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964".

- 12. Slowly But Surely (Takes 2, 3 & 4): Elvis assobia e decreta o fim do take 2 antes que mal tenha chance de começar. "Muito lento", ele diz à banda. O take 3 realmente continua por algum tempo antes de Elvis o interromper. "Meu Deus, o que estou cantando?", o cantor diz antes de também encerrar o take 4 mais cedo. Todas essas tomadas são inéditas.

- 13. Blue River (Takes 1 & 2 - Undubbed Master): Temos um pouco de ensaio seguido por um take inédito muito curto em que Elvis erra. O take 2 é o Master sem overdubs, um pouco mais longo e com um pouco da conversa de estúdio.

- 14. Ask Me (1963 Version) (Takes 3 & 4): Depois de nocautear algumas outras músicas, Elvis voltou a "Ask Me" no final da sessão de 1963, retomando com o take 3, apresentado aqui pela primeira vez. Ele soa mais forte, mas ainda não tão bom quanto em 1964. Elvis finalmente observa o óbvio: "Essa música vai me deixar uma pilha de nervos". O take 4, também inédito, está completo. Sua voz enfraquece novamente, mas é o fim de uma maratona de dois dias, afinal.

- 15. Ask Me (1963 Version) (Takes 5 & 6 - Alternate Master): Aqui temos mais duas tentativas inéditas dessa música. O take 5 se desfaz em menos de um minuto. O 6, a última tentativa de Elvis em 1963, consiste em alguns false starts seguidos de uma performance completa. Esta é a tomada de 1963 mais eficaz, por isso foi escolhida como Master alternativo.

- 16. Echoes of Love (Takes 6 & 7): O take 6 acaba em apenas alguns segundos. O 7 está quase completo, mas felizmente também termina mais cedo. Ambos são inéditos.

- 17. Echoes of Love (Takes 9 & 8 - Alternate Master): O inédito take 9 começa muito lento, mas leva algumas linhas para Elvis encerrar a música. A FTD então nos leva ao take 8, que é completo e providencia um Master alternativo.

AS SESSÕES DE 1964

- 18. Memphis, Tennessee (1964 Version) (Takes 2, 3 & 5): O take 2 tem apenas a abertura. A banda nunca soa bem no 3, parece estar mais contida. Elvis eventualmente termina rindo. As tomadas 2 e 3 são inéditas. O take 5 é uma performance completa, lançada pela primeira vez em "Such a Night". Um ótimo take, mas o Master é melhor.

- 19. Ask Me (1964 Version) (Take 3): A voz de Elvis está obviamente muito mais forte na sessão de 1964, como evidenciado pela reprodução dessas faixas consecutivas. O take 3 é uma performance completa e inédita. Embora ainda tenha vários takes pela frente, este é realmente bastante próximo do Master.

- 20. Ask Me (1964 Version) (Takes 4, 6 & 7): O take 4 dura apenas algumas linhas e o mesmo ocorre com o 6. O take 7 é completo e o único que fora lançado anteriormente, em "Close Up".

- 21. Ask Me (1964 Version) (Takes 8, 10 & 9): O take 8 tem apenas algumas palavras, enquanto o 10 apresenta somente algumas notas. A FTD então retrocede para o take 9, um desempenho completo, embora abaixo da média. As tomadas 8 e 9 apareceram pela primeira vez em "Studio B - Nashville Outtakes 1961-1964". enquanto a 10 é inédita.

- 22. It Hurts Me (1964 Version) (Takes 2, 3, 4 & 5 - Undubbed Master): O take 2 acaba depois de apenas duas palavras. O 3 vai um pouco mais, para uma linha ou duas. O take 4 realmente se prepara para ser uma ótima rendição antes que Elvis, infelizmente, o corte mais cedo quando fica para trás. Estes takes são inéditos, enquanto o 5 é o Master sem overdubs.
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